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Histórico
A planta ALOE pertence à família das LILEÁCEAS (cebola, alho etc) e existem mais de 200 espécies. Conhecida há milhares de anos antes de Cristo foi mencionado o uso medicinal em uma placa de argila dos sumérios (povo que habitava a Mesopotâmia, hoje Iraque, 3500 anos antes de Cristo), encontrada no século 17 na cidade de NIPPUR e decifrada em 1953. Em um papiro egípcio de 1550 antes de Cristo, que hoje se encontra na cidade de LEIPZIG (Alemanha), aparecem 12 receitas onde o uso da ALOE é ressaltado.
No antigo idioma “sânscrito” Aloe tinha o nome de Ghrita-Kumari. Em chinês chama-se “Lui-hui”. Entre todas as espécies de ALOES, a ALOE VERA LINNÉ (Barbadensis), investigada nos USA desde 1939, junto com a ALOE ARBORESCENS se destacam ainda mais pelas suas propriedades medicinais muito abrangentes.
A 500 anos antes de Cristo já havia grandes plantações da espécie Aloe “soccotrina Lamark” na ilha de Socotora perto da Somália, e uma das primeiras decisões que Alexandre Magno tomou antes de começar as conquistas, que o levaram até a Índia, foi a de ocupar esta ilha para assegurar o fornecimento de folhas de babosa para os soldados feridos.
Foram mercadores árabes que 600 anos antes de Cristo, levaram Aloe, secada ao sol, em forma de pó para a Pérsia, Índia e Sumatra. Posteriormente no ano 711 após Cristo os árabes ocuparam a Espanha e levaram a planta também para aquele país.
Os conquistadores espanhóis e os jesuítas espalharam Aloe por toda a América do Sul e o Caribe, embora os Máias do México da península de Yucatan e os Índios da Flórida já a conheciam e usavam semelhantes tipos de Aloe regularmente, como desodorante antes de ir à caça, por exemplo.
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